Como otimizar o ROI dos seus anúncios no Facebook

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COMO FAZER UM TESTE A-B DAS SUAS CAMPANHAS NO FACEBOOK?

Uma das vantagens de anunciar em social media é poder testar diferentes campanhas, com variações de mensagens, públicos e cores. Conheça o famoso teste A/B.

Os testes A/B são utilizados há bastante tempo no marketing digital para comparar a performance de sites, anúncios ou peças promocionais com pequenas variações no design ou público.

Em campanhas, ajudam-nos a entender que peça teve melhor performance de acordo com os objetivos propostos: cliques, conversões, engagement, etc. A melhor será aquela em que devemos apostar a maior parte do nosso budget. Ou seja, fazer esse tipo de testes na pré-campanha ajuda a sua marca a melhorar o retorno do investimento (ROI) na campanha final.

No Facebook, os testes A/B vieram para ficar. Segundo Gui Rios, fundador da agência da SA365, um mesmo anúncio pode ter uma performance bem diferente apenas com uma pequena mudança na cor de um detalhe da peça. “Para uma marca de sucos que atendemos, uma pequena mudança no tom da fruta do anúncio gera mais cliques naquela peça”, afirma Rios.

Os testes A/B são muito bem-vindos no ambiente digital devido à facilidade em realizá-los. Apesar disso, são poucas as marcas que ainda apostam neste tipo de teste, preferindo investir toda sua verba numa única versão do anúncio aprovado pelo cliente.

Por que razão as agências fazem poucos testes A/B?

  1. Exigem planeamento: é necessário pré-testar peças e públicos distintos antes de fazer o grande investimento de media;
  2. Consomem mais horas da agência: é preciso investir mais tempo na preparação de peças e criar segmentações de públicos. No Facebook, o Audience Insights é uma grande ajuda, mas o trabalho consome tempo;
  3. As ferramentas não estão prontas: o Facebook Ads (mobile ou desktop) permite carregar diversas campanhas, mas o foco dos relatórios da plataforma de campanhas é individual. Perguntas como “quanto era o meu custo por clique ou conversão há 3 meses?” não são facilmente respondidas sem o uso de tabelas.

 

Começando um teste A/B

Defina um cronograma que englobe a fase de testes de campanhas: estabeleça com o seu cliente uma fase de testes. Isso pode ajudar muito na redução de custos com campanhas. Um bom teste A/B no Facebook, por exemplo, precisa de estar ativo pelo menos uma semana, pois os custos iniciais são maiores devido ao pequeno número de pessoas que se envolvem com campanhas recém lançadas. Se além de campanhas, a sua marca testar públicos ou segmentações, talvez sejam necessárias duas semanas de testes.

Defina um conjunto pequeno de anúncios a serem testados: pode pré-testar segmentação de público, cores, textos, design das peças, mas é importante que as variações não sejam extremas. Selecione com a sua equipa interna alguns anúncios a serem testados. Veja quais as dúvidas em relação às peças e utilize os testes para validá-las. É importante que as dúvidas da Criação reflitam nas peças e que não haja muitas opções a serem validadas. Ou seja, se vamos validar a segmentação de público, é interessante usar a mesma peça duas vezes porém com públicos distintos. Mantenha a mesma segmentação mas diferencie as peças no aspecto criativo.

Seja fiel às suas métricas: não crie muitas métricas diferentes para anúncios em teste. O ideal é que o teste A/B seja focado numa única métrica, permitindo uma comparação mais precisa.

Registe as suas campanhas no módulo de Ads do Facebook: registe todas as campanhas que deseja comparar no módulo de Ads do Facebook. Sugerimos registar e comparar sempre aos pares (campanha A e B, C e D).

Use o Buzzmonitor Adlytics para analisar a performance das suas campanhas – depois de terem sido aprovadas pelo Facebook. Para isso aceda ao Buzzmonitor Adlytics e faça o social login com a conta que utiliza para gerir os seus anúncios do Facebook.

contentComo o Buzzmonitor Adlytics pode ajudar na otimização do ROI?

O Buzzmonitor Adlytics é a única ferramenta que mostra exatamente que anúncio está com a melhor e a pior performance, baseado no seu desempenho financeiro durante os dias em que estava ativo e também no desempenho de campanhas anteriores com o mesmo objetivo (conversões, cliques, visualizações, etc).

Veja qual é o seu melhor e o pior anúncio de acordo com o objetivo da campanha e saiba como está o custo por conversão, por engagement e por outras métricas em relação ao dia anterior.

Além do relatório diário por e-mail, o Buzzmonitor Adlytics disponibiliza uma tabela consolidada com diversas outras informações. Entre elas está o Top 10 Melhores Anúncios de Todos os Tempos. Esta lista está dividida por objetivo, ou seja, é possível visualizar os anúncios que tiveram mais conversões, os anúncios que tiveram mais cliques, os anúncios que tiveram mais visualizações e assim por diante. A tabela segue anexada no próprio e-mail do Adlytics.

 

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Com estas informações você saberá exatamente em que campanha aumentar o investimento e onde cortar a verba, além de entender que anúncios que funcionaram melhor e trouxeram mais resultados para a empresa. Saiba mais em Buzzmonitor Adlytics.

 

 

O Adlytics é a ferramenta que “está do lado do anunciante”, diz o Jairson

Publicado em Briefing

Uma ferramenta que “está do lado do anunciante” e completamente focada no investimento do cliente e na produtividade do investidor. Assim é o Adlytics, uma solução totalmente desenvolvida pelo E.Life Group que tem como objetivo medir o retorno de anúncios no Facebook, indicando quais as melhores e piores performances. Jairson Vitorino, cofundador e CTO do grupo, explica o funcionamento da tecnologia e a aposta em instrumentos de marketing.

Briefing | Como funciona o Adlytics?

Jairson Vitorino | O Adlytics é o primeiro produto da família do Buzzmonitor que adotou o conceito de interface zero. Isto significa que basta o cliente realizar o social login e a plataforma começa a receber relatórios diários sobre a performance dos seus anúncios no Facebook e no Instagram. Em ambas as plataformas podem definir-se diferentes objetivos para as suas campanhas: engagement, conversão, clicks, etc. O sistema gera um e-mail automático e personalizado com o custo por objetivo da campanha. Assim, um utilizador que tenha uma campanha com o objetivo de conversão recebe o melhor e o pior anúncio de acordo com o custo de conversão. Caso o objetivo seja o número de cliques, o utilizador recebe um e-mail em que o critério do relatório é a relação entre o clique e o custo.

Briefing | A que métricas recorre o Adlytics para entender qual o melhor e o pior anúncio?

JV | A métrica usada varia de acordo com o objetivo da campanha – o sistema é completamente personalizável em função daquilo que o cliente procura. O custo é a variável comum, uma vez que o produto visa otimizar o ROI dos Ads no Facebook e no Instagram. O facto de podermos adaptar o sistema ao objetivo – engagement, conversão ou custo – permite ter uma visão bastante mais clara daquilo que é a realidade dos anúncios e, comparando o melhor e o pior anúncio, podemos melhorar a forma como estamos a utilizar os nossos recursos.

Briefing | Qual a importância deste tipo de ferramentas para os profissionais do marketing e publicidade?

JV | Hoje, as plataformas de compra de anúncios estão desenhadas para que o anunciante compre, de forma natural, cada vez mais anúncios. É dado pouco ênfase à otimização dos custos ou mesmo à economia. Assim, e para colmatar essas “falhas no sistema”, o Adlytics permite ao utilizador ter acesso a relatórios diários que são enviados diretamente para o e-mail. O utilizador pode, ainda, descarregar o Excel para ter uma visão mais global do investimento e tomar melhores decisões em relação à campanha.

Briefing | O Adlytics foi totalmente desenvolvido pela E.Life? E é exclusivo para o mercado português?

JV | O Adlytics é um produto 100 por cento E.Life e está disponível em todo o mundo.

Briefing | Qual o investimento feito?

JV | O desenvolvimento do Adlytics demorou cerca de 12 meses e o investimento ronda os 150 mil euros.

Briefing | De que forma é que o Adlytics pode destacar-se num mercado que aposta cada vez mais em métricas de performance publicitária, como o Google Analytics ou os Delivery Insights do Facebook?

JV | O fator de diferenciação do Adlytics face a ferramentas como Google Analytics ou os Insights do Facebook é que, ao contrário dos restantes produtos, este é o primeiro que está “do lado do anunciante”. Ou seja: a ferramenta é completamente focada no investimento do cliente e na produtividade do investidor. Por outro lado, as plataformas de vendas de anúncios estão, naturalmente, mais preocupadas em maximizar a sua própria venda e, por isso, as interfaces estão construídas para tal.

Briefing | Ponderam criar outras soluções para marketeers e anunciantes? Porquê?

JV | Sim, sem dúvida. Em 2015, o Facebook vendeu cerca de 17 mil milhões de dólares em anúncios e a tendência é que, nos próximos anos, a publicidade online cresça e se torne cada vez mais sofisticada. O Adlytics nasce ligado ao Facebook, e a adaptação ao Instagram estará pronta brevemente. Vamos, ainda durante 2016, implementar a plataforma no Twitter. Trata-se de uma plataforma desenvolvida a pensar no consumidor e, por isso, o feedback dos utilizadores será essencial para que o Adlytics seja adaptado às necessidades do consumidor.